A transformação tecnológica na gestão de dinheiro no varejo

A transformação tecnológica na gestão de dinheiro no varejo

Varejistas estão sempre procurando diferenciais operacionais para se colocarem à frente de seus competidores. Com a revolução tecnológica mundial, o conhecimento e adoção de novas tecnologias, como o reciclador de cédulas e moedas, irá transformar a operação da tesouraria no varejo, sendo prioridade para aqueles que querem continuar ou pretendem se tornar protagonistas nesse segmento.

Perdas de produtividade comerciais, administrativas, operacionais e financeiras fazem parte do dia a dia dos varejistas. A Abrappe estima que em 2020 o índice de perdas é de aproximadamente 1,33% do faturamento bruto. Ignorar prejuízos nas operações é a receita perfeita para o descontrole de gastos.

Dessa forma, a transformação digital promete ajudar varejistas a ter mais visibilidade, controle e entendimento de perdas nos seus negócios. Tecnologias como CFTV, alarmes de presença, antenas antifurto, ferramentas BI, ferramenta checklist web, entre outras, são conhecidas no mercado. Porém, essa revolução tecnológica está só começando. As inovações que estão chegando agora trarão maior impacto e diferenciação na gestão de perdas no varejo no decorrer dos próximos anos.

Para isso, basta olhar de maneira diferente para o seu negócio e notar que a gestão de dinheiro, devido ao alto volume de cédulas e moedas, é um problema. Na maioria dos estabelecimentos comerciais esse controle ainda é realizado manualmente, levando muitas horas para a contagem e recontagem, de cédulas e moedas.

Essa prática diária do varejista gera muitos erros de contagem, quebras de caixa e furtos.  A pior parte é que muitas vezes os varejistas não conseguem medir e entender o tamanho do problema. Ou seja, a gestão de numerário no varejo prejudica a agilidade das operações dos tesoureiros, que estão preparando, recebendo e trocando dinheiro para a aberturas, fechamentos e sangrias dos caixas.

Em 2018, nos Estados Unidos, o maior varejista do mundo decidiu usar a tecnologia para inovar os conceitos da sua tesouraria. Ele utilizou recicladores de cédulas e moedas, tecnologia tradicionalmente utilizada no setor bancário, para fazer a gestão do dinheiro em todas as suas 4,7 mil lojas. Inclusive, esse conceito de gestão automatizada de tesouraria já está disponível no Brasil.

Por exemplo: ao invés de ter um colaborador contando e distribuindo dinheiro manualmente, o equipamento conta, valida, separa e dispensa cédulas e moedas, com agilidade, segurança e precisão, executando as operações que seriam feitas pela tesouraria. Em tempo real, o varejista tem o controle e a visibilidade de todo o dinheiro presente nos seus estabelecimentos.

Com o uso deste equipamento, o operador de caixa começa seu dia efetuando o saque pré-determinado de cédulas e moedas para fundo de troco, eliminando a contagem manual com o tesoureiro. Durante o turno, o próprio operador pode efetuar transações de troca de troco diretamente no equipamento, agilizando o troco para seus clientes. No final do expediente, o colaborador deposita o fechamento do seu PDV no equipamento. Os operadores de caixa são identificados através de biometria. Todas as operações são registradas e contabilizadas em tempo real.

A gerência do estabelecimento tem acesso a um portal, onde poderá acompanhar todas as operações que estão sendo realizadas na máquina. Com essa visibilidade centralizada, o gestor pode diminuir seu capital de giro, eliminar todos os erros de contagem de dinheiro, quebras de caixa e preocupações com a falta de troco. O varejista terá mais segurança e agilidade, podendo dedicar-se ao atendimento do cliente.

Portanto, cada vez mais, os varejistas terão que pensar em soluções inovadoras para melhorar seus processos e se diferenciar no mercado. Por isso que a PERTO está em constante evolução, estando atenta às novas necessidades do mercado e sempre desenvolvendo novos produtos para atendê-las.

Fonte: Perto Cofres

 

 

 

 

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